A publicitária Vivian Salazar viu luz onde era tudo escuro quando decidiu se mudar do apartamento em Pinheiros onde morava para um outro imóvel no mesmo bairro, que visitou por intermédio do QuintoAndar. Tudo isso graças a um janelão e uma ampla sala, que iluminaram suas ideias e fizeram com que ela vislumbrasse as modificações necessárias para transformar o local em seu novo lar. 

Em mais um artigo especial do blog Histórias de Casa para o MeuLugar, Vivian conta como encontrou seu novo apê, as modificações que precisou fazer e como o QuintoAndar foi fundamental não só na nova locação, mas especialmente na primeira que fez em Pinheiros, que começou do outro lado do Oceano Atlântico.

Vivian com a companheira Safira (Foto: @_felco)

“Este é o segundo apartamento que alugo pelo QuintoAndar. Na primeira vez, eu morava em Perdizes e já estava pensando em sair, mas tinha dado um tempo de procurar apartamento. Aí, um dia a proprietária me ligou e disse que ia colocar o apê à venda quando o contrato terminasse, o que ia acontecer em uma semana! O problema era que eu estava indo trabalhar em Londres, onde ficaria por duas semanas. Depois voltaria para o Brasil por uma semana, iria para o México por mais uma semana e depois mais sete dias em Seattle. Paniquei!”, conta Vivian.

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Acessando o QuintoAndar de fora do Brasil 

Foi então que, em Londres, dentro de uma sala da primeira reunião de trabalho que teve, sentou-se no fundo e começou a procurar apartamentos pelo QuintoAndar. Escolheu três e agendou visitas para um sábado.

“Detalhe: eu chegaria no Brasil no sábado às seis horas da manhã e às nove já estaria visitando os apartamentos. Dos que vi, decidi por um que não era o ideal, mas estava ok. Mandei proposta, que foi aprovada quando eu estava no México. Contratei empresa de mudança e, assim que cheguei de Seattle, me mudei. Foi tudo perfeito. A comunicação foi muito rápida e simples”, lembra a publicitária.

Diante da experiência salvadora que teve na primeira locação, Vivian tomou uma decisão a respeito de eventuais novas mudanças:

“Então, depois de todo este drama de mudança, que foi leve graças ao QuintoAndar, eu resolvi usar somente a empresa para as futuras mudanças, pois não tenho paciência para burocracia. Sou muito prática”, afirma Vivian.

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De um apartamento em Pinheiros para outro

A publicitária considerava bom o apartamento que havia alugado em Pinheiros. Mas, assim como muitas pessoas, começou a olhar para sua casa de modo diferente durante a pandemia de Covid-19.

“O apartamento era no primeiro andar e batia muito pouco sol. Era um gelo! E com essa coisa de ficar em casa por causa da pandemia, bateu uma vontade de ter sol, quintal, silêncio… Daí, comecei a procurar casas, mas sem pressa para me mudar”, lembra Vivian.

Um dia, após sair de uma sessão de yoga, a publicitária viu uma placa de “Aluga-se” no prédio em frente ao estúdio. Como gosta muito da região de Pinheiros e tem acesso “a literalmente tudo a pé” – ela não tem carro –, Vivian não teve dúvidas: foi ver se achava o imóvel no QuintoAndar. Bingo!

“Resolvi ver ao vivo e agendei a visita. Quando entrei nele, vi o janelão, a sala aberta e falei: ‘é meu!’. Mandei proposta, mas já haviam duas documentações sendo avaliadas e não me deram certeza. Mas acabou que a minha proposta foi aceita e menos de três semanas depois eu já estava de mudança pra cá. Detalhe: esse também fica no primeiro andar! Mas bate um sol mara! E é muito silencioso”, comemora a publicitária.

Enxergando o potencial do imóvel

Com 70 m², o apartamento era originalmente muito escuro. Segundo Vivian, tinha tinta preta nas paredes e o teto era verde claro. 

“Era bem frio e parecia menor. Tinha um mural enorme de espelho com cortiça na entrada, uns lustres muito pesados no quarto e na cozinha. Mas consegui visualizar o espaço mentalmente mais clean”, lembra Vivian. 

Mesmo sendo um estilo diferente do seu, o apartamento tinha alguns pontos fortes que foram decisivos para a sua tomada de decisão.

“O janelão e a sala aberta me ganharam. O piso de cimento queimado eu também achei um charme. Mas a janela foi mesmo o fator decisor. Além, obviamente, da região, valor e silêncio. No dia da minha visita, eu não ouvi nada da rua. E isso é importante para quem mora no primeiro andar. Me convenci que uma tinta branca ia dar outro ar para o lugar”, conta a publicitária.

Foto que ilustra matéria sobre apartamento em Pinheiros mostra uma sala com um tapete e uma mesa de centro com tampo de vidro no meio. À direita, uma cristaleira azul com plantas em cima. À esquerda, uma grande janela e uma estante branca. Ao fundo, no centro, um sofá de couro marrom claro e quadros na parede.
Muita luz natural entrando pelo janelão da sala (Foto: @_felco)

Transformação do apê

Entre as principais alterações feitas por Vivian para deixar o apartamento em Pinheiros do seu jeito estão:

  • Troca dos lustres por modelos mais leves;
  • Retirada do mural no hall de entrada;
  • Troca de todas as tomadas;
  • Pintura das paredes pretas com tinta branca.

“Além disso, eu doei quase todos os móveis que tinha e comprei peças coringas e leves, que não dominassem os ambientes. E pensei muito bem no que comprar. Queria manter o fluxo da sala aberto”, enumera a publicitária. “O apê ficou muito mais claro, amplo e aconchegante. É gostoso entrar em casa. E isso é importante para mim”, completa Vivian.

Conceitos próprios de decoração

Com uma decoração leve e colorida, a publicitária carregou para o novo lar algumas ideias que começou a ter no primeiro apartamento em Pinheiros onde morou, especialmente após o início da pandemia.

“Minha casa era mais sóbria, mas ao mesmo tempo eu queria algo aconchegante. Só que nunca chegava lá. Não conseguia, sei lá o porquê. Olhava no Pinterest, fiz projeto com uma arquiteta, ficava de olho em tendências, essas coisas. Quando começou a pandemia, eu tive uma saudade: ver arte, cor e histórias nos quadros. Cheguei à conclusão de que sou uma pessoa visual e precisava do conforto disso na minha casa”, diz Vivian. 

As mudanças no primeiro apê começaram pelo banheiro, por ser maior, que Vivian encheu de quadros do chão até o teto.

“Isso me dava uma alegria toda vez que escovava os dentes que você não tem noção”, brinca a publicitária. 

Depois, foi a vez da sala, do escritório e do quarto onde, segundo ela, fez “a coisa mais ousada da vida”. E continuou o ensaio das ideias que levaria para o outro apartamento em Pinheiros para onde se mudou.

“Pintei a parede de mostarda ouro. Decidi por essa cor porque ouvi uma música do R.E.M. que é fofa e me deixa feliz e me veio essa cor na cabeça. Só que em todo esse processo de ‘makeover’ do outro apartamento, fui tirando muita coisa que estava guardada há anos e não colocava à mostra porque não combinava. Quando vi este apartamento, decidi que tudo ia ficar à vista, porque eu preciso desse conforto visual. E assim eu fiz. Sem nenhuma referência. Acho que foi autoconhecimento mesmo”, avalia Vivian..

Objetos de valor afetivo

Muito viajada, Vivian guarda em sua casa muitos objetos com valor afetivo trazidos de diversos cantos do mundo. Na verdade, segundo ela, quase tudo que decora o espaço tem uma história.

“Tenho dois quadros que são mapas de cidades que amo: um é de Nova York e comprei de um artista de rua que aplicava arte em cima do mapa das ruas. O outro é o mapa que usei quando fui para Tóquio, em 2014”, revela Vivian. 

Além dos quadros de Nova York e Tóquio, Vivian lista outros itens que guarda com carinho em casa:

  • Tecidos enquadrados que trouxe de Shirakawa Go, um vilarejo no Japão que era sua viagem dos sonhos;
  • Lustre da mesa de centro trazido do Egito, outra viagem dos sonhos;
  • Cristaleira azul toda comida pela Safira, sua cachorra;
  • Um móvel do apartamento onde morava em Perdizes;
  • O móvel da entrada que Vivian mandou fazer, sob o qual Gucci – seu cão mais velho, falecido no início de 2021 – gostava de cochilar;
  • O chapéu do avô em um dos nichos;
  • A única foto da casa, que é de sua avó;
  • Diversos livros: de arte, de moda e de música. Livros que Vivian leu na adolescência e que foram importantes para ela, inclusive vários do autor de terror Stephen King, cuja primeira obra ganhou de presente aos oito anos de idade.  

Dona da casa

“Culpada” pela parcial destruição de uma cristaleira azul, a border collie Safira é a estrela da casa de Vivian. É quem manda, na verdade. E foi pensando na cachorrinha que a publicitária optou por mobiliar o apartamento em Pinheiros com menos móveis do que o que normalmente faria. 

“Olha, já tive temporadas de Safira em que ela era um furacão de energia e destruição. Visitas em casa, nem pensar! Mas agora ela está adulta, mais tranquila, apesar de continuar meio carente. Ela tem os picos de energia dela, mas como mantive o espaço da sala aberto, ela brinca sozinha, se joga e corre. Decidi não encher a casa de móveis porque além de não ver necessidade, também queria um fluxo livre para ela se movimentar”, conta Vivian. 

No começo, após a mudança que aconteceu no final de junho de 2021, Safira estranhou um pouco. Até mesmo por ainda estar se adaptando ao fato de ser a única cachorra na casa – após a partida de Gucci no início do ano.

“Mas ela se adaptou muito bem, vai no pet care, tem um parque aqui perto com “cachorródromo” e é a vereadora da feira: ganha fruta, água de coco e pastel. Está melhor do que a gente”, brinca a publicitária.

Chamego entre a “dona da casa” e a publicitária Vivian (Foto: @_felco)

Um verdadeiro lar

Quando perguntada sobre o que torna sua casa um lugar especial e acolhedor, Vivian abre espaço para filosofar um pouco:

“Outro dia vi uma postagem de alguém que falava que o interior da casa reflete o que somos por dentro. E apesar de ser uma pessoa mais séria (capricorniana), de ter um estilo mais monocromático, pois uso muito preto, eu também sou outras coisas. E teve também o fato de finalmente eu entender o que era aconchego para mim. Acho que consegui externar tudo isso com a decoração. Tudo que está na minha casa é muito eu, em todas as minhas facetas. Eu realmente acho gostoso entrar na minha casa. Me deixa leve, bem e acho que quem entra aqui também deve sentir algo gostoso ou leveza. Espero!”, finaliza Vivian.

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